Saiba mais sobre os usos e propriedades da cortiça

Saiba mais sobre os usos e propriedades da cortiça

Saiba mais sobre os usos e propriedades da cortiça, mais do que a matéria-prima da rolha, a cortiça é um material leve que chama a atenção pelo seu caráter multifuncional e pelo seu baixo custo. Com usos que vão desde o quadro de avisos até a isolação térmica e absorção acústica de ambientes, o produto é uma ótima opção para quem procura versatilidade, resistência e flexibilidade em um único pacote.

Para todas as suas utilidades, o material oferece conforto e praticidade no seu manuseio, além de se adaptar a diversas condições de compressão, umidade e temperatura. Veja a seguir o que faz da cortiça um produto tão versátil.

 

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Origem e produção

 Extraída da casca do sobreiro – árvore da família do carvalho – a cortiça é um tecido vegetal 100% natural que possui propriedades impermeabilizantes, elásticas e isolantes, ligadas à grande presença de suberina em sua composição. A substância, presente nas células do tronco do sobreiro, consiste em uma cera que atua na proteção da cortiça, tornando-a resistente à água e aumentando sua elasticidade.

A maturidade da planta para que seja feita a primeira retirada da cortiça é alcançada quando a árvore completa entre 25 e 30 anos de idade, sendo denominada “cortiça virgem” neste primeiro momento, “secundeira” na segunda extração e “amadia” na terceira, quando as extrações passam a ser feitas a cada nove anos. Uma curiosidade é que apenas a partir da terceira retirada que o material alcança um nível suficiente de qualidade para a fabricação de rolhas.

Hoje, o principal país produtor do material é Portugal, que produz mais da metade da cortiça utilizada em todo o mundo. Além dele, as florestas de sobro podem ser encontradas também em países como Espanha, Itália, França, Marrocos, Tunísia e Argélia, localizados na região do Mediterrâneo Ocidental.

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Quais suas características?  

Além da suberina, a composição química da cortiça confere a ela propriedades únicas, que fazem dela um material forte e bastante resistente, apesar de sua baixa densidade. Confira abaixo suas principais características:

  • Flexibilidade e compressibilidade: em apenas um centímetro cúbico de cortiça existem cerca de 40 milhões de células estanques, compostas por uma mistura gasosa semelhante ao ar. Essas células permitem que a peça seja comprimida sem perder sua flexibilidade e que ela tenha uma boa recuperação da sua forma original ao ser descomprimida.
  • Impermeabilidade: as células da cortiça são revestidas por elementos como a suberina e os ceroides, que promovem a sua resistência aos líquidos e gases.
  • Leveza: cada centímetro cúbico do produto pesa entre 0,15 e 0,20 gramas.
  • Resistência a diversas condições atmosféricas: sua composição possibilita que o material mantenha suas características físicas e químicas mesmo quando exposto à variações de temperatura e pressão.
  • Resistência a mofo: pela sua impermeabilidade, a cortiça é também resistente à oxidação e ao apodrecimento.
  • Isolante: o produto atua também como isolante térmico, vibratório e absorvente acústico, seja em construções ou na conservação de bebidas. Como rolha, a cortiça protege o vinho da contaminação, da oxidação e de outros efeitos provenientes do armazenamento e transporte.
  • Resistência ao fogo: se exposto ao fogo, o material apresenta uma combustão lenta, que não cria chamas, não propaga o fogo e nem libera gases tóxicos.
  • Ecológico: representa um produto totalmente reciclável, biodegradável e renovável.

 

Como o material atua na isolação térmica de ambientes?

A cortiça é considerada um bom isolante térmico pela sua capacidade de evitar as trocas de calor de um espaço para outro, o que ocorre graças à sua baixa condutividade térmica. Com isso, o material realiza um bom trabalho tanto em épocas de altas temperaturas, por manter o calor do lado de fora do ambiente, quanto em épocas mais frias, por evitar a passagem das correntes frias para o interior do espaço.

O isolante térmico contribui também para a economia de energia: em tempos onde muitos dos equipamentos que utilizamos consomem energia elétrica, ter um material que auxilie na conservação da temperatura interna dos ambientes evita a necessidade de se utilizar aparelhos como ar condicionados e ventiladores, por exemplo. Eletrodomésticos como geladeiras, que trabalham na refrigeração de alimentos, terão melhor desempenho e economizarão mais energia se estiverem em um local com menos trocas de temperatura.

ambiente com cortiça

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E a absorção acústica, como funciona?

A propriedade de impedir ou atenuar a reverberação de ruídos em um mesmo ambiente também é uma característica da cortiça, capaz de bloquear barulhos externos, como ruídos aéreos, provenientes do trânsito e/ou aviões, vozes, construções, músicas e outros sons, ou ruídos de impacto e que se propagam através da estrutura, seja pelo caminhar com sapatos de salto rígido, seja pelo arrastar de móveis em apartamentos superiores, laterais ou inferiores.

Embora parecidas, as definições de isolamento acústico e absorção sonora não podem ser confundidas. Ambas são relacionadas às capacidades dos materiais de trabalhar as ondas sonoras que incidem sobre eles, mas na prática, se referem à comportamentos diferentes.

A absorção acústica se dá quando o material é capaz de receber a onda sonora e não devolvê-la ao ambiente, processo no qual a energia fica “retida” no produto, bloqueando os sons externos e trazendo mais clareza aos sons internos. O processo é obtido pela utilização de materiais leves e porosos. O isolamento acústico, por sua vez, diz respeito à característica da peça de manter o som isolado na parte externa do ambiente, e é obtido com a aplicação de barreiras feitas de materiais mais grossos e maciços.

Tanto a absorção do som quanto o seu isolamento são importantes em teatros, estúdios de gravação e casas de shows, por exemplo, podendo até serem complementares dependendo da necessidade.

 

E a manutenção, como é feita?

Geralmente, peças de cortiça são bem simples e rápidas de serem higienizadas, exigindo apenas materiais como sabão neutro, água morna e escova com cerdas macias. O procedimento é fácil: basta espalhar um pouco de água morna e detergente na superfície do produto, e em seguida, passar a escova suavemente para não danificar a peça.

Após esses passos, deve-se enxaguar a cortiça com água fria até que toda a sujeira e sabão sejam removidos, repetindo o processo desde o início, se necessário. Depois, a peça deve ter o excesso de umidade retirada com um pano macio e ser colocada para secar à sombra.

Atenção: ao realizar a higienização da cortiça, é importante que os produtos de limpeza utilizados não contenham alvejantes e não tenham o pH ácido, pois eles podem danificar a peça. Além disso, escovas e vassouras com cerdas mais rígidas não deverão ser utilizados, pela possibilidade de riscar a cortiça.

 

Cortiça: uma campeã de versatilidade

A matéria-prima da rolha está mais presente em nosso cotidiano do que se imagina. Diversos setores fazem uso do material, como o automobilístico, construção, decoração, alimentos e bebidas, alvenaria e de calçados. Versátil, só dentro de casa a cortiça pode ser utilizada em ambientes que vão desde a cozinha, como porta-copos e descanso para panelas, na sala de estar, como protetores para os pés de mesas e cadeiras ou até mesmo no quarto, como revestimento de móveis e paredes.

A cortiça é tão multifuncional que, mesmo quando ela é transformada em algum produto, ela pode ser reaproveitada e reutilizada para outras funções. Confira alguns de seus usos:

objetos de cortiça

objetos de cortiça

Rolos de cortiça

Mais maleável e flexível, o rolo da cortiça serve para o revestimento de móveis – para evitar que o objeto tenha atrito com o chão e danifique o piso –, como papel de parede para dar aquela renovada no ambiente, na forma de tapetes, ou mesmo como conjunto de  jogo americano.

Outra utilidade interessante tem a ver com a prática de atividades físicas. Pela sua capacidade de absorção do impacto, o rolo de cortiça aparece também como esteiras para ioga, pilates, e para o revestimento do assoalho de academias, por exemplo. A peça também é uma ótima pedida para os playgrounds, seja no piso ou na superfície de quinas e paredes.

Cortiça em metro - 5mm de espessura

Você encontra AQUI

Placas de cortiça

Um dos formatos mais usuais do material, a placa de cortiça pode ser usada na fabricação de instrumentos musicais, em quadros de avisos e para a decoração em geral. Com espessuras variadas, as placas são fáceis de serem instaladas e não exigem muita manutenção.

cortiça

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Calçados de cortiça

De olho em matérias-primas mais naturais e sustentáveis, a indústria do calçado vem investindo cada vez mais no uso da cortiça em seus produtos. Presente em palmilhas, saltos e na superfície das peças, o material é utilizado tanto em peças com um estilo mais rústico quanto em calçados mais modernos.

A escolha do produto tem a ver também a sua leveza e a absorção do impacto, que trazem mais conforto e segurança ao caminhar. Além do conforto, oferece também proteção das articulações e da coluna por aliviar a pressão sobre os pés.

 

Rolhas

 O primeiro objeto que vem à mente quando o assunto é cortiça não poderia ficar de fora. As rolhas são feitas da casca mais nobre a ser extraída do sobreiro – processo manual realizado normalmente por duas pessoas, que retiram a superfície do tronco da árvore tomando o cuidado de não danificá-la – obtida a partir do terceiro descortiçamento da árvore.

Após a colheita, o tecido vegetal passa por uma etapa de cozimento, que amacia e limpa as placas ao mesmo tempo. No processo, a água é higienizada e trocada várias vezes, para evitar contaminações. Logo após, os painéis são esticados e prensados para serem cortados no formato ideal, para então seguirem para uma etapa de seleção das melhores rolhas, que vão vedar e conservar as inúmeras garrafas de vinho mundo afora.

rolhas de cortiça

rolhas de cortiça

Nos trilhos

Os apaixonados por ferromodelismo (modelos que simulam o transporte ferroviário em escala reduzida) encontram na cortiça o material ideal para construírem os seus projetos de linha. Como base das maquetes, a peça serve para sustentar as miniaturas de trilhos, funcionando bem tanto para fixar a “via férrea” quanto para manter o modelo apoiado na superfície em que se encontra.

 

Construção civil, uma infinidade de possibilidades

São muitas as aplicações da cortiça no setor da construção civil, que permite seu uso em todas as fases da obra, desde a edificação até o acabamento. O artefato está presente no preenchimento de dutos de aquecimento e ar condicionado, em juntas de dilatação (mecanismos utilizados para absorver a dilatação de materiais ligada à variação de pressão e temperatura) e câmaras frigoríficas.

A peça pode ser utilizada ainda em grandes construções, como pontes, estradas, ferrovias e barragens, para manter a flexibilidade das estruturas e absorver a vibração, a dilatação e possíveis desalinhamentos sem que a obra seja danificada.

coritça

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E até fonte de energia!

São tantas as utilidades da cortiça que até o que poderia ser descartado ainda pode ser reaproveitado. O pó do material, que se enquadra na categoria de biomassa por ser um recurso natural, orgânico e renovável, é utilizado como combustível para a produção de energia térmica e elétrica pelo seu alto poder de liberação de energia quando submetido à combustão.

O produto é uma alternativa também para a construção de painéis solares, como mecanismo de impermeabilização e isolamento acústico e térmico. Em torres de energia eólica, a matéria-prima aparece para evitar danos causados pela vibração dos equipamentos.

 

Clique aqui e confira as melhores opções de placas de cortiça.

 

Além disso, as chapas de cortiça podem ser usadas na isolação térmica e absorção acústica de ambientes, por meio de revestimentos para o assoalho, teto e paredes. Para melhores resultados, o ideal é que sejam escolhidas peças de maior espessura, que darão mais conforto e segurança no bloqueio de ruídos e na proteção para as variações de temperatura.

Agora que você sabe das inúmeras propriedades e utilidades da cortiça, que tal dar uma olhada na nossa loja virtual? Clique aqui e escolha a que melhor se encaixa às suas necessidades. Mas, se você ainda estiver inseguro sobre qual produto levar, mande um e-mail para vendas@jeovacouros.com.br e conte com a ajuda da nossa equipe de especialistas, que vão te auxiliar na escolha da melhor opção.

Um super guia para adquirir o tecido de sofá ideal

Aconchego e proteção são duas das funções básicas dos tecidos que escolhemos para o sofá de casa. Esta decisão não cabe apenas ao momento de decidir comprar um móvel novo, mas também quando eles estão velhos, sujos, manchados, ou com estofado rasgado – em vez de jogar fora, basta reformar o que já temos em casa. Aqui está Um super guia para adquirir o tecido de sofá ideal.

 

E entre os diversos preços, usos, cores e estampas, temos ainda que pesar a escolha do tecido para tipos diferentes de sofás, cadeiras, pufes e banquetas. Com o guia abaixo, você consegue chegar a um tipo de trama que se adeque às necessidades e, ao mesmo tempo, às possibilidades do bolso.

 

O móvel certo

No momento de comprar móvel novo para acomodar os moradores da casa e eventuais visitas, a pessoa deve considerar qual será a utilização daquela peça. É recomendável que um sofá para a sala de estar não tenha uma profundidade grande.

 

Para a sala de televisão, onde ficamos horas assistindo nossos programas preferidos, os assentos deve ser bem confortáveis e profundos, de preferência com mecanismos retráteis e reclináveis.

 

Hoje em dia, é comum que um único ambiente sirva aos dois propósitos. No caso, devemos mesclar as duas ideias. A profundidade do assento de um sofá costuma ser de 60 cm, com a altura variando de 45 a 50 cm.

 

Não há uma única medida, então a dica é buscar pelo mais confortável. E cuidado: a altura de cada pessoa interfere no tipo de sofá que é mais cômodo para ela. Por isso, sempre experimente antes de comprar

 

Prefira estofados planejados, feitos especialmente para suas necessidades: tipo físico, família grande ou pequena, espaço disponível, presença de crianças e/ou animais. Beleza não forra sofá. Viva sob essa máxima e, na hora de escolher o tecido perfeito para seu lar, que tanto ornará com a decoração quanto será funcional.

 

Temperatura e alergias

Tecidos com tramas aparentes, isto é, quando os emaranhados de fios são visíveis, tendem a acumular poeira com facilidade. Então, apesar deste diferencial estético agradar a muitos, outras tantas pessoas alérgicas e com doenças respiratórias podem sofrer com essa peça em casa.

 

Além de alergias respiratórias, certos tipos de tecidos podem trazem sofrimento a pessoas com doenças de pele, como a dermatite de contato. Os sintomas variam de pessoa para pessoa, indo desde a coceira branda até comichões intensos, que causam vermelhidão.

 

Segundo médicos alergistas, as melhores opções para os alérgicos são aqueles tecidos que possuem etiquetas indicando que são antialérgicos ou os tecidos naturais como algodão, juta, cânhamo e sisal. Os tecidos sintéticos como couro sintético, acetato, poliéster e polivinílicos devem ser evitados, pois estes não absorvem a umidade do corpo, provocando um desconforto intenso, além de terem toque áspero.

 

É preciso também se atentar ao que é usado para higienizar esses tecido. Sabões em pó, amaciantes e outros tipos de produtos, por si só, podem ser os causadores de alergia intensa. O ideal é fazer a lavagem apenas com sabão neutro e água fria.

 

Toda a beleza de um sofá de couro, por outro lado, não supera o fato de que não será agradável ficar “grudando” nele em uma tarde de calor intenso. Fique atento à capacidade do tecido de reter ou dispersar calor.

 

Em locais frios, os tecidos quentes como couro e camurça são os ideais. Já em locais quentes, a melhor pedida são as fibras naturais, principalmente que tenham algodão em sua composição, como linho e sarja.

 

Animais e crianças

Quem tem crianças em casa ou precisa de um produto que aguente um uso mais intenso, deve optar por um tecido mais resistente, como os sintéticos. Assim, você garante mais durabilidade ao sofá.

Se além dos pequenos você também tiver pets, como cachorro e gatos peludos,deve optar por um material mais simples de limpar, como o couro natural ou sintético – lembrando que o natural é consideravelmente mais caro.

 

Este material não absorve a sujeira, exigindo apenas um pano úmido com detergente para garantir a limpeza do móvel. Porém, cuidado com estripulias infantis: o couro é sensível a manchas de canetas e canetinhas, por exemplo.

 

Expandindo este pensamento, o tapete também deve seguir a lógica de serem confeccionados com materiais resistentes e fáceis de limpar. Cores mais escuras ou estampados das cores certas disfarçam os pelos e as possíveis manchas. Você pode optar por tapetes feitos com retalhos de couro natural, ou couro sintético, que também são ótimas opções e são fáceis de limpar.

 

O melhor, porém, é procurar alternativas que desviem a atenção de seu bichinho de estimação de seus móveis, investindo em alguns produtos como brinquedos, tapetes higiênicos, arranhadores, caminhas, que, além de garantir o bem estar ao animal, diminuem a bagunça. Para os cachorros mais travessos, passeios diários distraem, divertem e cansam. Deixe que ele gaste a energia na rua, e não nos objetos de casa.

 

Deixando tudo nos trinques

Qualquer tecido para estofado que você escolher exige cuidado específico para que ele dure mais e fique sempre com cara de novo. Primeiro, nunca deixar o móvel exposto ao sol por muito tempo evita o desbotamento dos tecidos para sofá. Preste atenção especial aos sofás de canto, que geralmente ficam abaixo de janelas.

 

Na hora da limpeza, sempre use produtos neutros. Nunca se sabe quais químicos têm o poder de alterar o tecido, causando manchas e fios soltos. A melhor forma de limpá-los é com um pano úmido com água e aspirador de pó.

 

Pelo menos um dia da semana: faça uma limpeza artificial do seu sofá com aspirador de pó para evitar o acúmulo de pequenas sujeiras que caem nele no cotidiano. Para recomendações mais específicas, consulte a etiqueta do móvel.

 

As etiquetas vêm com siglas:

  • O: o tecido pode ser lavado com água;
  • W: use apenas pano úmido e produtos específicos;
  • P: faça lavagem a seco;
  • F: faça a higienização apenas com profissionais.

 

Para tecidos mais sensíveis, como algodão, linho e veludo, você pode comprar produtos específicos para esses materiais e diluí-los em água. Outra opção é fazer a mistura de um litro de água morna, não quente, com 250 ml de vinagre branco.

 

De que cor?

Escolher sofás com cores básicas, como variações de brancos e marrons, é fácil. Se você quiser se arriscar na decoração e realmente renovar o ar da sua casa, pode optar por tecidos para sofá coloridos e/ou com estampas.

 

Muita gente não aposta no sofá colorido por não saber como combinar e equilibrar a decoração. Calma, não é preciso colocar um sofá vermelho ou cheio de estampas logo de cara. Vá mudando aos poucos, invista em um sofá de cor única, mas que seja diferente do tradicional. Cores quentes, como vermelho, amarelo e laranja são a cara do tropicalismo brasileiro

 

Outra ideia é apostar em almofadas coloridas como um primeiro passo para um sofá diferenciado. Se medo não é o problema, antes de escolher o sofá colorido perfeito é bom avaliar como ficará a decoração. Projetos discretos serão totalmente transformados, enquanto cômodos arrojados pedem apenas algumas alterações.

 

Invista em duas cores fortes que façam contraste com o tom do sofá. Cores simples, como preto e branco ou cinza e amarelo, cumprem bem essa função. Não se esqueça dos acessórios, como quadros, tapete e plantas.

 

Tipos de tecidos

  1. Acquablock

Estes são os tecidos para sofá impermeáveis, desenvolvidos a partir de fibras sintéticas ou que possuem algum componente químico específico, como uma resina resistente, que bloqueia líquido, poeira e demais agentes que poderiam manchar ou sujar o sofá.

 

Outra característica de sua resistência é que a trama de poliéster com algodão não enrosca nas garras dos pets. Um plus a mais é que este tecido é ecologicamente correto ao não usar produtos tóxicos em sua fabricação.

 

A funcionalidade permite ao tecido acquablock ser usado para revestir diversos objetos e superfícies, desde o estofado de mobiliário como poltronas, sofás e espreguiçadeiras, até acessórios de decoração, como almofadas, toalhas de mesa, capas, mantas, entre outros. Ele é um dos mais utilizados na fabricação e proteção de móveis.

 

Suas estampas mais comuns são flores e listras, mas também estão presentes em versões com poás, temas aquáticos, arabescos, animais, patchwork e em diferentes tonalidades lisas. Em tons adamascados o acquablock é considerado nobre, ideiais para eventos formais.

 

Ele é a melhor opção para áreas externas, mas sua impermeabilidade não aguenta, por exemplo, chuvas muito fortes ou ser mergulhado na piscina. Evite o acúmulo de substâncias líquidas em sua superfície para estender sua durabilidade e manter as estampas sempre vivas. Sujeiras acidentais devem ser imediatamente removida com esponja flexível ou toalha de papel.

 

  1. Chenille

Chenille, em francês, significa larva de borboleta. O tecido tem esse nome pois uma de suas faces lembra um amontado desse tipo de lagarta. Uma de suas principais características é o poder de absorção e de reflexão da luz em diferentes graus.

 

Mais sumido do mercado, o chenille é um tecido firme e macio que pode ser usado inclusive em tapetes. Composto por algodão, seda e lã, sua textura é muito semelhante ao veludo, dando um toque suave e aconchegante.

 

Ele perdeu espaço no mercado desde que o suede ficou mais em conta financeiramente, compensando o fato de que a limpeza do chenille é mais complicada por causa dos vincos em sua textura.

 

O ponto positivo deste material é a forração, que tem alta durabilidade e vem com uma pelagem é extremamente macia. Junto com sua firmeza, o chenille traz sua delicadeza. Por isso, é importante começar a limpeza com a remoção de resíduos com a ajuda de uma escova macia, como as escovinhas de cabelo para bebê.

 

Depois, em velocidade baixa, use um aspirador de pó para remover a poeira acumulada nas fibras. As manchas podem ser tiradas com uma solução de água fria e detergente específico para tecidos delicados, aplicada com um pano de algodão.

 

  1. Courvin

Conhecido como couro sintético, o tecido deixa pouco a desejar em relação à opção natural. Ele é impermeável e de fácil higienização, sendo ideal para alérgicos ou pessoas que possuam animais de estimação que soltam pelos.

 

Além de não ferir a vida animal, o courvin custa cerca de 55% menos, tem manutenção e limpeza mais fáceis que sua contrapartida natural, alta impermeabilidade e é pouco suscetível a manchas. As opções de cores são as mais diversas, sendo uma boa pedida para quem quer inovar.

 

Uma desvantagem é que sua durabilidade é menor que a do couro natural, sobretudo se exposto ao fogo. Entre os couros artificiais do mercado, o courvin se destaca. Enquanto o corino é feito de uma malha artificial maleável, a do courvin é feita de náilon, algodão ou sarja, tornando o material espesso e mais resistente.

 

  1. Suede

O mais comum dos sofás atuais, o suede se destaca pelo baixo custo e conforto. O tecido é feito de poliéster, tem textura é macia e aveludada e oferece uma variada coleção de cores e estampas. Mesmo com todas essas qualidades decorativa, ele ainda tem boa durabilidade.

Por não ter trama aparente, sua limpeza é simples e deve ser feita a seco. Mas cuidado com líquidos: eles devem ser lavados na hora para não gerar manchas. Na hora da limpeza tome cuidado para não esfregar a escova muito forte e desgastar o tecido.

 

Para evitar desastres, não deixe de impermeabilizar o móvel. Apesar de ser considerado quente, este é um tecido que pode ser utilizado em locais com calor moderado. o de outros materiais em sua composição.

Em busca do tecido para sofá ideal para seu lar? Dê uma olhada na nossa loja virtual. Materiais que você não encontra aqui pode estar à sua espera em nossa loja física. Não deixe de entrar em contato no e-mail vendas@jeovacouros.com.br e faça seu pedido!

 

Conheça melhor as espumas acústicas

Conheça melhor as espumas acústicas para qualquer ambiente

 

Seja para garantir a harmonização sonora do seu estúdio de música, seja para amenizar a reverberação de centenas de conversas no seu restaurante, a espuma acustica comum e antichamas é uma opção prática, barata e fácil de adequar para qualquer ambiente. Neste post conheça melhor as espumas acústicas para qualquer ambiente.

Não é preciso ter um grande negócio para investir na melhoria do bem estar de um local. Para tomar a melhor decisão ao revestir paredes e tetos, o importante é saber qual tipo de espuma acústica escolher – a opção mais comum é a chamada “casca de ovo” –, tamanho, aplicação e resistência.

A seguir, explicamos todos os fatores que podem influenciar na sua escolha por um revestimento acústico de qualidade. Veja!

O que são?

Feita de poliuretano, a espuma acústica é um material fono-absorvedor flexível, de superfícies irregulares, que tem como principal função reduzir o tempo de reverberação dentro de um espaço fechado, eliminando o eco e fazendo com o que o som emitido se torne mais seco. Fique atento: este não é o mesmo material usado para o isolamento térmico.

Isto garante a perfeita emissão e qualidade do som. Ela é mais fácil de aplicar que os painéis acústicos e, quanto maior sua densidade e sua espessura, melhor será o resultado sonoro. A espuma acústica é a responsável pelas paredes salientes em estúdios de música, podendo até fazer parte da decoração interna caso sejam bem aplicadas.

A espuma é mais usada em espaços especializados que demandam sons mais “limpos”, que possam ser escutados com clareza, como home theaters, auditórios, estúdios de música, de rádio e de televisão e outros tipos de áudios técnicos como podcasts e canais de Youtube.

Instalação espuma acústica

Instador certificado realizando instalação em estudio de Youtuber.

 

O revestimento pode ser usado também em locais em que muitas pessoas falam ao mesmo tempo, como escritórios, centrais de telemarketing, restaurantes e pátios de recreação cobertos. Em uma vida urbana tomada pela poluição sonora, esta é uma boa maneira de proteger as pessoas de passar por mais incômodos no seu momento de trabalho ou lazer, facilitando a comunicação e trazendo conforto para os presentes.

Absorção Acústica e seu efeito

A absorção acústica é tão boa quanto seu ponto mais fraco, isto é, o conjunto da obra faz toda a diferença e a vedação completa ou escolha dos pontos ideais precisa ser feito com exatidão. Além disso, é necessário associar o uso de espuma acústica a portas e janelas anti-ruído para evitar que o som se espalhe pela sala.

Isolamento acústico ou absorção sonora?

Conceitos muitos distintos, mas facilmente confundidos no senso comum, isolamento acústico e absorção sonora fazem parte do processo maior de tratamento acústico. No geral, eles são maneiras diferentes de evitar que o som se propague para outros ambientes ou dentro de uma sala.

Em linhas gerais, podemos dizer que absorção acústica é a etapa inicial do tratamento, que pode ou não ser complementado com o isolamento acústico. Antes de tudo, porém, é necessário analisar os diferentes tipos de ruídos internos e externos, fazer o diagnóstico da situação atual e colocar na balança quais as recomendações de intervenções necessárias para se alcançar uma condição acústica melhor.

Para isto, é preciso adquirir os equipamentos específicos adequados ao processo, como um medidor de nível de pressão sonora que seja certificado e calibrado por entidades competentes. Tudo isso deve ser feito com a ajuda de um especialista da área.

Mas, afinal, qual a diferença entre isolamento e absorção?

Isolamento acústico

Neste primeiro, procuramos evitar que um som “vaze” de um ambiente para o outro. Seja para privar os vizinhos de um ensaio alto de bateria, seja para proteger uma equipe de profissionais em reunião dos barulhentos carros das ruas.

Essa propagação entre locais distintos ocorre porque o som se espalha na forma de ondas, passando por gases, como nosso ar atmosférico; líquidos, chegando ao fundo de uma piscina; e sólidos, ultrapassando as mais grossas paredes.

Para o isolamento, portanto, usam-se barreiras físicas. Dependendo do nível sonoro que se precisa isolar, podemos usar paredes simples ou duplas feitas de tijolo maciço, bloco de concreto ou cerâmico. Quanto maior o peso de um material, maior será o seu isolamento acústico.

Uma alternativa é fazer sistemas de paredes duplas, com materiais que podem ser mais leves, e produtos de absorção entre elas. Este é o chamado sistema massa + mola + massa.

Já para os “ruídos de impacto”, isto é, o som que passa pelas estruturas por meio da vibração – é assim que conseguimos ouvir o caminhar de um vizinho do andar de cima de um apartamento – são usados materiais amortecedores entre a laje e contrapiso, um sistema conhecido como “piso flutuante”.

Absorção sonora

A absorção sonora, por sua vez, é o principal procedimento para equalizar e adequar a distribuição das ondas sonoras pelo ambiente. É aqui que entra a espuma acústica, que, ao controlar a reverberação do som, reduz o do nível de ruído interno e dá maior clareza, audibilidade, para escutar bem; e inteligibilidade, facilitando o entendimento do que está sendo dito.

Ambientes mais técnicos como estúdios ou teatros requerem maior qualidade de som, com garantia de melhor equilíbrio acústico, em que nenhuma frequência pode se destacar mais que outra. Nesta situação, a absorção sonora deve ser feita por profissionais qualificados.

A superfície porosa das espumas permite que os sons que passem pela sua estrutura e sejam dissipados por atrito. Para receber este tipo de material, não é necessário preparo especial.

Quanto usar cada método

Imagine os seguintes cenários. Você tem uma reunião importante com um cliente, mas uma obra próxima ao escritório compromete a conversa. Em outra situação, a reunião se passa em uma sala ampla, sem divisórias, em que diferentes equipes conversam ao mesmo tempo e ninguém se entende.

Para resolver o primeiro caso, você precisa de um isolamento acústico. No segundo, de uma absorção acústica, servindo também para restaurantes, escritórios, salas de aula e igrejas. Ambos os métodos podem ser aplicados em qualquer tipo de ambiente, o que importa é que os procedimentos sejam feitos com produtos de qualidade.

Além de avaliar essas especificações, arquitetos devem se atentar para a necessidade de cada projeto. E principalmente para as existências de normas técnicas que regulamentam o trabalho.

Como funciona?

A espuma acústica absorve a energia sonora emitida, que se espalha na estrutura celular através da viscosidade nos pequenos canais dos poros, transformando-se em energia térmica e, em seguida, dissipando-se naturalmente pelo ar. A estrutura do material pode vibrar, causando também a transferência de energia sonora em vibração.

Ela pode ser colada no teto ou paredes, em metal, vidro, gesso ou em madeira. A espuma diminui as reflexões entre as paredes, os chamados efeitos “massa mola”, sendo ideal para frequências altas. Mas lembre-se: ela por si só não isola o som, o material tem como objetivo aprimorá-lo.

As ondulações dos painéis, que lembram caixas de ovo, são chamados perfis e servem para direcionar melhor as ondas sonoras para dentro do material, aumentando a eficiência da espuma. Para escolher o tipo certo, é preciso definir o grau de exigência em termos de qualidade sonora, pois o áudio deve refletir seu profissionalismo. Uma gravação ruim soa mal, mesmo que você passe horas tentando consertá-la.

Reverberação sonora

A reverberação é medida pelo seu tempo. Para estúdios pequenos, o tempo de reverberação deve ser entre 0,3~0,6 s, mas o valor varia dependendo do volume do local e do tipo de música com a qual se deseja trabalhar. Um estúdio com acústica variável, por exemplo, é altamente recomendado para quem quer ter versatilidade e proporcionar qualidade aos seus clientes.

O tempo de reverberação da espuma acústica também está diretamente ligado às áreas dos materiais que compõem a sala, como as pessoas e os revestimentos das paredes, cadeiras e mesas. Cada um desses e outros elementos têm um respectivo coeficiente de absorção sonoro.

O coeficiente de absorção é quantidade de energia sonora de uma onda incidente que a espuma acústica é capaz de absorver. Em uma gravação, a faixa de frequência deve ficar entre 20~20.000 Hz, que é a faixa de audição do ser humano.

As espumas acústicas não absorvem em todas essas faixas de frequência, portanto é necessário utilizar mais de um material absorvente no projeto de um estúdio de gravação, por exemplo. O ideal é que a sala, mesmo que não seja muito grande,  possua diferentes materiais planejados e distribuídos para garantir uma boa absorção e, consequentemente, qualidade sonora e estética ao ambiente.

A posição dos materiais de absorção pode ser fundamental para evitar reflexões primárias que podem degradar a qualidade na posição de audição. Pense diferente, e com criatividade.

Seguindo a legislação

 

Espuma acustica sem efeito antichama

Propagação do incendio devido ausência de espuma antichana

Desde a tragédia na boate Kiss em 2013, quando um incêndio matou 242 pessoas e feriu 680 outras no município de Santa Maria (RS), autoridades de todo o país estão ainda mais cuidadosos quanto ao uso de materiais de qualidade em estruturas internas de estabelecimentos.

A absorção acústica do local era feia com uma espuma que, além de ser inadequada para o tratamento sonoro, era também altamente inflamável e emissora dos gases tóxicos em grande parte responsáveis pelas mortes, aliada às más condições de segurança e poucas saídas de emergência do local.

Quase 10 anos antes, em 2004, cerca de 200 pessoas foram vítimas um incêndio semelhante, desta vez na Boate República Cromañon, em Buenos Aires, Argentina. Na ocasião, um rojão atingiu o forro composto por isolante acústico feito de material inflamável.

Os casos se repetem, com dois exemplos em maio de 2017: em Vitória, a faísca um curto-circuito causou incêndio em uma igreja evangélica em Vitória (ES), mas não deixou feridos; em Campinas, um DJ de 17 anos de idade morreu dentro de um estúdio feito na própria casa. Novamente, material inflamável usado como isolamento acústico foram os responsáveis pelas tragédias.

Os Bombeiros de diversos estados da federação têm Instruções Técnicas sobre proteção ao fogo, tratando de saídas de emergência, compartimentação, hidrantes, extintores, sprinklers, portas corta-fogo e, o que nos interessa aqui, orientações para acabamentos e revestimentos.

Este último aspecto é controlado pela Instrução Técnica nº 10 – Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento (CMAR), que vistoria materiais para revestimentos de piso, teto e paredes, normatizando-os e classificando-os de acordo com o tipo de uso e ocupação de imóveis. Desde 2017 o Brasil também conta com a BR 16626 – “Classificação da reação ao fogo de produtos de construção”

O revestimento de teto e paredes deve ser feito com materiais Classe I e II-A, classificados como incombustíveis ou de elevada resistência à propagação de fogo e de baixa emissão de fumaça. Ou seja, ao escolher sua espuma acústica, siga a recomendação dos Bombeiros ou do Projetista de Segurança sobre a classificação dos revestimentos de teto e paredes para cada projeto, verificando sempre qual classe de “Reação ao Fogo” o material apresenta.

Em busca de espumas acústicas seguras e eficientes? Dê uma olhada na nossa loja virtual. Em caso de dúvidas sobre seu projeto de absorção sonora, você pode enviar um e-mail para vendas@jeovacouros.com.br.

 

Como montar seu tatame com placas de EVA?

Como montar seu tatame com placas de EVA?

De diversão ao treino esportivo, passando pela proteção de crianças em suas brincadeiras infantis, as placas de EVA (Etil Vinil Acetato) para tatames são resistentes, versáteis e possuem excelente custo benefício. As peças podem ser adquiridas tanto para uso pessoal, como prática individual de ioga ou adorações religiosas, quanto para instituições como academias ou escolas. Saiba aqui como montar seu tatame com placas de EVA.

Em todos os casos, as peças protegem contra impacto e promovem uma prática física saudável e segura para todos. Conheça as especificações de cada placa de EVA disponível no mercado e escolha a melhor opção para você aqui.

Por que tatame?

A origem do tatame remonta à cultura tradicional japonesa, tendo início no Período Muromachi (1336-1573). O nome deriva da palavra tatamu, que significa empilhar ou dobrar, pois eram feitos de palha de arroz trançada e prensada, revestida com esteira de junco e faixa lateral, o que a tornava flexível e de transporte fácil. A técnica possibilitava uma superfície lisa, resistente, grande em comprimento e inicialmente era utilizado em residências.

Centenas de anos depois, hoje o tatame mais utilizado no Ocidente é um tipo de tapete formado por um conjunto de placas feitos de material sintético e que lembram um grande quebra-cabeças. Cada peça costuma ser quadrada, medindo um metro em cada lateral – há ainda a opção para quartos infantis, em que as placas têm 50 centímetros em cada lado.

Tatame Infantil, para esportes e várias outras utilidades.

As placas podem ser vistas espalhadas por lugares como escolinhas, creches, academias, playgrounds, parques, shoppings, residências, buffets, festas de condomínio, entre outros. Não existe regra, basta instalar e levar para onde achar necessário, deixando o passeio de domingo com a criançada muito mais seguro e confortável, você pode instalar as placas até dentro de casa e gerar conforto para as crianças.

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Ser resistente e versátil, aliado ao preço acessível e à fácil manutenção, são as maiores qualidades das placas de EVA para tatames. O material garante a segurança e o conforto para a prática de múltiplas atividades físicas, desde recreação infantil até a artes marciais de alto impacto.

Antiderrapante, a capacidade do material de absorver impactos ajuda a evitar machucados em eventuais quedas. Seu acabamento emborrachado traz mais conforto e suavidade ao caminhar e ainda garante isolamento acústico.

Ele também serve para revestimento de chãos e paredes. Pense em um grupo de crianças correndo, trombando e tropeçando suas brincadeiras. Revestir chãos e paredes de áreas recreativas de escolas com tatames de EVA pode evitar acidentes graves. E não se preocupe, o emborrachado é atóxico.

Conheça ótimas opções de Tatames aqui 

Maravilhas do EVA

Criado na década de 1950 e popularizado cerca de vinte anos depois, o Etil Vinil Acetato foi desenvolvido para substituir o couro. O EVA está em nossas vidas desde os tempos de escola, quando usamos o material emborrachado para enfeitar cartazes ou dar estrutura a maquetes. No dia a dia, ele dá as caras em produtos de artesanato e tapetes individuais para ioga e pilates.

O tatame de boa qualidade geralmente é feito de EVA, e é um dos itens fundamentais para a credibilidade de uma academia e bom desempenho de atletas. Mas como não machuca, não queima a pele, absorve impactos, é antiderrapante e isolante térmico, o uso do tatame de EVA ultrapassa o ambiente esportivo, sendo uma boa pedida para mamães e papais com crianças pequenas ou empresas do ramo infantil.

Tecnologia tatames EVA

As melhores placas de EVA para tatames do mercado têm Sistema Fit, que garante o encaixe perfeito entre as peças. O formato de quebra-cabeças completa o esquema, mantendo as placas firmes no chão e evitando desníveis.

O Efeito Memória, por sua vez, faz com que o equipamento retorne à sua forma inicial mesmo após o uso intensivo e contínuo. Assim, você pode dobrar seu tatame, pisoteá-lo ou exercer qualquer tipo de impacto sobre ele. No final, não ficarão ondas ou más-formações nas placas de EVA.

Espessura placas de Tatames

A espessura da sua placa de EVA faz toda diferença para a segurança de quem vai praticar atividades físicas no tatame, sendo específica para cada público alvo e determinada categoria de atividade. A mais fina costuma ter 10 mm de espessura, sendo utilizada para atividades de leve impacto como práticas religiosas em que é preciso se ajoelhar para fazer orações, ioga, pilates e brincadeiras infantis – é um favorito entre escolas e creches –, além de ser uma boa opção para cobertura geral de pisos.

No campo esportivo, os modelos de placa de EVA com 20 mm são destinados às artes marciais de baixo impacto, como Muay Thai, Taekwondo e Karatê. O tamanho seguinte, de 30 mm, é recomendado para treinos e até mesmo campeonatos de artes marciais de alto impacto, como Jiu Jitsu, Aikido, MMA e Kung Fu. Para maior durabilidade, há ainda a opção de 40 mm para esta última categoria.

Mantendo seu tatame

A durabilidade do seu tatame depende de uma constante boa higienização, o que pelo tipo de emborrachado é um processo simples. O EVA exige apenas materiais e produtos básicos de limpeza, como vassoura, detergente ou sabão neutro, água, escova com cerdas e panos limpos. Siga o passo a passo:

  • Desmonte o tatame, desencaixando as peças, e retire-o do local onde estava;
  • Em seguida, limpe o chão e as placas de EVA com a vassoura, eliminando todos os resíduos, fiapos, cabelos e sujeiras no geral;
  • Umedeça o pano na água com sabão ou detergente neutro e, em seguida, esfregue a superfície do tatame de EVA dos dois lados, inclusive as laterais. Se tiver dificuldades, use uma escova com cerdas macias;
  • Com um pano seco, remova todo o excesso de sabão;
  • Por fim, deixe as placas em um local arejado e com sombra, secando à temperatura ambiente.

A Jeová Couros possui todos os tipos de peças de EVA para tatames disponíveis no mercado. 

Clique e veja as opções

O que não estiver na nossa loja online pode ser adquirido por encomenda. Ainda tem dúvidas? Não sabe se vale mais a pena uma placa de 30 mm ou de 40 mm? Envie um e-mail para vendas@jeovacouros.com.br e saiba tudo com a ajuda de nossos especialistas, que carregam o conhecimento de mais de 30 anos no mercado.

Grama sintética como escolher?

Grama Sintética onde usar, qual usar e como escolher?

Esta querendo comprar aquela linda grama sintética? Em nossa loja, todos os dias, recebemos ligações de clientes querendo adquirir gramas artificiais, ao atender o cliente é fundamental termos ideias o mais detalhado possível da intensidade de uso e principalmente do local que a mesma será utilizada para oferecer o produto mais adequado a situação.

Há inúmeros casos de clientes que fazem pesquisas aleatórias pela internet e encontram gramas sintéticas por excelentes preços, algumas vezes até mais em conta que o nosso. Porém para todo os prós existem muitos contras e se o cliente imagina que apenas por se tratar de grama sintética o produto preencherá os requisitos necessários para a finalidade que ele quer, isso pode ocorrer muito mal.
Não estamos aqui no Blog apenas para descrever e falar de nosso produto, mas sim para poder descrever todos os produtos existentes no mercado, falar sobre suas qualidades e para que munidos de informação o cliente possa definir qual o produto ideal para a finalidade que ele irá de fato utilizar.

Vamos começar resumindo superficialmente os tipos de gramas sintéticas no mercado:

Grama sintéticas comum e sem reforço: Este tipo de grama não possui qualquer finalidade a não ser decorar residência ou áreas comerciais. Se você quer um lindo presépio de natal, ou uma sala com plantas artificiais em que ninguém colocará a mão, ou terá pouquíssimo trafego de pessoas, este tipo de grama irá lhe atender muito bem. Não possuem nenhuma resistência a água, sol ou chuva. ( Esta é a mais comum a ser encontrada no mercado)

Grama-sintética-decorativa

Grama-sintética-decorativa

Grama Sintética decorativa:

As gramas sintética decorativa nacionais e algumas importadas ( Importadas por empresas sérias ) possuem tramas reforçadas, as tramas são as amarrações da fibra de polipropileno PET ( O fiozinho verde que da a aparência de grama ) ao fundo do material, este é tipo mais comum de ser encontrado, e também a mais vendida no mercado. Elas possuem média resistência a sol e chuva, podem ficar em áreas externas desde que não fique exposta ao tempo durante 24 Horas 7 dias por semana.
Esta seria uma grama ideal para uma varanda, ou sacada, onde o sol bate durante partes do dia, e os respingos de chuva caem durante o verão. Crianças poderão brincar em cima, e adultos caminhar sem grandes danos a estrutura da grama, e é claro se nenhum jogo de futebol acontecer sobre ela, irão durar tranquilamente de 5 a 10 anos, podendo chegar a mais dependendo do caso, afinal o polipropileno ( Material de origem PET utilizado na fabricação da grama ) é extremamente resistente e de difícil degradação, isso nos vem a cabeça as garrafas pets na natureza que levam vários anos para se decompor.

Grama sintética área externa

Grama sintética em varanda residencial

Grama sintética para jardim:

Este tipo de grama, é a famosa grama artificial sol e chuva. Podem ficar expostas ao tempo durante todo o dia, e aguentam intensa exposição a água, e quando digo intensa é MUITA ÁGUA, horas de chuvas, irrigadores de jardim, piscina ao redor e etc, é um produto de qualidade excepcional e por isso possui um preço muito mais elevado ( O DOBRO ) da grama decorativa. As tramas dessa grama além de serem extremamente reforçadas ( Parecem costuradas a mão de tão bem trabalhadas ) possuem pequenos buracos na costura, cujo o objetivo é deixar com que a água vaze para evitar possas duradouras sobre o material que cedo ou tarde poderiam causar o apodrecimento. Esta seria uma grama ideal para um PlayGround de crianças na área externa de um condomínio, ou para o jardim externo residencial. Também posso afirmar que resiste até a alguns poucos jogos de futebol, sem grandes danos a estrutura, já tivemos casos de clientes encomendarem para pequenas quadras residenciais.

Grama sintética para decoração.

Grama sintética decorativa

Grama sintética Quadra Society

Quando falamos de grama para quadra, já estamos em outro patamar, em relação a custo, cuidados e durabilidade, as gramas para quadra possuem instalação especial, completamente diferente das gramas decorativas, além de cuidados frequentes ao menos semestrais em que o proprietário deve arcar, o principal deles é jogar o pó de borracha malha 10 para preservar o material de desgastes e também evitar que os jogadores caiam por aí.

Grama sintética quadra

Grama sintética para quadras society

Bom, e qual a nossa opinião sobre a grama ideal?

Cabe ao cliente definir a que irá atender melhor a sua necessidade, as gramas próprias para jardins são mais caras, mas existe também o jeitinho brasileiro. Já tivemos casos de clientes que fizeram pequenos furinhos em nossa grama decorativa, para permitir a passagem ( vazão ) de água para que isso possibilite maior durabilidade do material em áreas externas, e podem acreditar,  esses simples furinhos podem ajudar muito! A água em contato com o sol é um dos principais fatores para danificar qualquer tipo de material, e isto tem sido uma solução muito eficaz. Em 60% dos casos essa técnica poderá ajudar muito bem, já em outros 40% vale a pena colocar a mão no bolso e investir na grama apropriada, principalmente quando temos grande fluxo de pessoas no local.
Agora, o uso será em área interna, médio trafego, ou pouca exposição ao tempo? Não pense 2 vezes, a grama decorativa tradicional irá te atender muito bem!

Para acessar e conferir nossa grama sintética acesse, tenho certeza que ela irá atender muito bem para grande maioria dos casos aqui mencionados.

Clique aqui para o Link de nossa Grama Sintética Jeová Couros

Borrachas em EVA

O E.V.A., ou acetato-vinilo de etileno, é uma espuma sintética, muito utilizada na produção de vários objetos. Muitos artistas usam este material para produzir artesanato, devido à sua resistência, baixo custo e flexibilidade. Por isso a Jeová Couros disponibiliza as borrachas em EVA em vários tamanhos e espessuras para você.

Utilizar este tipo de material em várias formas de produção é bem comum. Tanto indústrias quanto produtores independentes podem ter fácil acesso a este produto, sem necessidade de nenhum contrato especial nem de grande investimento. Inclusive, é possível adquirí-lo para utilizar em projetos próprios, sem nenhum compromisso em específico.

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Qualidades das borrachas em EVA

Por ser um material de fácil produção, o EVA é acessível a praticamente qualquer pessoa, com qualquer nível de poder aquisitivo. Estas borrachas também são muito versáteis, podendo ser pintadas, moldadas e cortadas de acordo com a necessidade do momento. Além disso, é um material hipoalergênico, tornando-o altamente recomendado para produzir brinquedos para crianças.

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TNT – tecido não tecido

Com os problemas enfrentados pela natureza, a demanda por materiais mais ecológicos tem crescido muito. Aproveitar até o último grama de material e depois fazer com que seja retornável. Uma das opções que surgiu em meio a várias pesquisas foi o TNT – tecido não tecido. Uma forma simples e barata de contribuir para o meio ambiente.

O TNT é chamado de “não tecido” por não ser feito através dos processos mais comuns de fiação e tecelagem. Ao invés disso, ele é feito através da condensação de várias fibras que seriam descartadas, gerando uma folha quase uniforme, com aparência semelhante a um tecido comum.

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Qualidades do TNT – tecido não tecido

As principais vantagens do TNT são sua resistência e seu baixo custo. Por ser praticamente um material reciclado, ele não costuma sair caro para o consumidor final. Isso leva vários produtores artesanais e decoradores a utilizar este material em seus trabalhos. E para ajudar a melhorar sua aparência, a Jeová Couros disponibiliza este material em diversas cores.

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Palhinha Natural Indiana Importada Premium

A maioria dos móveis, especialmente os de luxo, precisam de um revestimento perfeito para serem conservados e para ficarem ainda mais atrativos. Um item muito utilizado para trabalhar móveis e tecidos é a palhinha natural indiana importada Premium, material reconhecido e admirado no mundo inteiro.

Este material já é muito utilizado na Europa na confecção de móveis de luxo e vem se difundindo bastante na américa latina. Ele é frequentemente usado para compor a cobertura de estofados, criando uma rede bem resistente de fios. Móveis desse tipo são cada vez mais valorizados por transmitirem simplicidade e, com alguma adição de design, muito requinte.

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Qualidades da palhinha natural indiana importada Premium

Além de sua utilização em móveis luxuosos de alta qualidade, a palhinha natural indiana também é um material bem resistente, sendo muito útil para compor móveis que são utilizados com muita frequência, como cadeiras e sofás. Seu acabando pode ser bem variado de acordo com o artesão, variando de uma grade com círculos até uma malha completa.

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Fechos

Para utilizar certos tipos de roupas, foi necessário encontrar novas soluções de design. Alguns tecidos, como jeans, e o próprio couro, não são tão flexíveis a ponto poderem ser vestidos já em seu formato completo. Para permitir que estas roupas fossem utilizadas, foram criados fechos, como zíperes. Assim é possível entrar na peça e depois adequá-la ao corpo.

Usar o tipo de fecho adequado é sempre importante, especialmente para compor o estilo da peça. Por isso a Jeová Couros disponibiliza vários tipos e cores em seu inventário. Todos de excelente qualidade, alta durabilidade e de fácil uso em confecções.

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Qualidades dos fechos

Estes itens são sempre úteis na confecção de roupas, especialmente para quem utiliza couro como material principal. Por isso são disponibilizados em lotes 200 metros de fecho, garantindo que não irão faltar em sua confecção.

E como os couros podem vir em diferentes cores, estes itens também estão disponíveis em várias cores, ajudando a compor melhor o estilo da peça.

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Piso Tátil

Já se perguntou por que razão aquelas faixas amarelas no metrô e trem possuem aquelas protuberâncias em forma de linha ou círculo? É justamente para quem não consegue enxergar e não pode ver uma faixa amarela. Ao invés disso, a pessoa toca o chão e nota a textura, notando que ali é um local que não deve ultrapassar. Este é chamado de piso Tátil e é aplicado em muitos outros lugares além das linhas de transporte público.

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Qualidades do Tátil

A principal função deste piso é oferecer uma forma de guia para quem tem uma visão já prejudicada ou nula. Ao adicionar o piso Tátil, é possível para qualquer pessoa notar o caminho que está seguindo, seja com uma bengala ou com os próprios pés. A cor amarela também é muito forte, o que facilita sua detecção por quem possui visão parcial.

Além de seu propósito funcional, esses pisos podem contribuir com a estética do ambiente. Por isso eles também vêm estão disponíveis em diferentes cores e tamanhos.

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